folhas de outono

folhas de outono

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

U M D I A D E C A R N A V A L ! ! !

O ano começou a todo vapor,parece até que começou  adiantado,
já estamos vivendo à alegria do carnaval.

Sabendo-se que o carnaval é uma festa de influência europeia,
mantida pela tradição dos foliões fantasiados,e por ser uma 
das maiores festas populares do mundo,o Brasil é dono
 dessa alegria que contagia ...

Dentro da minha filosofia de vida ,mora a poesia,
com ela passeio pelos campos dentro da natureza,
viajo sem  fronteiras pelo universo das letras...e hoje
minha poesia entrou no clima carnavalesco ...

UM DIA DE CARNAVAL  !

Tem irreverência e improviso
adornado com plumas e paetês
confetes serpentinas e mela-mela
na gravidade e retumbância
trovam na batida da batucada

tem mistura de protesto
desabafo de esperança
uma lança perfume 
ou um beijo roubado
soletrando na batida da batucada

não dá para esquecer 
tem alegria nostalgia e melancolia
som na natureza  na alma e na terra
no bloco carnavalesco
encontra batida na batucada


tem ritmos de tambores ou de clarins
tem frevo e maracatu
tem cordões de foliões
e do compositor soa versos
num dia de carnaval 
na batida da batucada 

Severa Cabral (escritora)
Direitos autorais reservados
Lei 9.610 de 19/02/1988



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

C O N T E M P L A Ç Ã O ! ! !


Eu,Severa Cabral  a contemplar o firmamento,
dentro deste mar que é lugar de simbologia para os poetas.
Lugar das mortes e dos renascimentos.
Usando o EU lírico temos consciência  de que é
 preciso partir do mundo físico para renovação 
plenamente espiritual ...
E contemplando a palavra morte ,vejo que é 
um tema intrigante para qualquer cultura .
Certamente a palavra mais enriquecedora 
sobre a morte está na metáfora A VIAGEM.
Pois essa viagem  que todos nós faremos um 
dia,pode ser estendida como um deslocamento 
do homem rumo ao transcendente .

Dentro da realidade  sabemos que a morte
um dia nos levará.Não sabemos quando e nem como,
pois esse é um fator que transcende nossa vontade.
Então a temática da morte sempre nos surpreende.

E na minha contemplação me deixo balançar 
entre a vida e a morte fazendo mais um poema ...


CONTEMPLAÇÃO  !

De frente ao horizonte
meus braços sempre abertos
é tempo de contemplação
céu azul tão infinito
sobre reflexos de porcelana
trazendo inspiração
com saudades
do tudo que é belo
de olhar para olhar
que deixa tão singelo
onde tudo que acende se apaga
vejo à alma num sonho profundo
que absorve os sentidos
juntando as mãos 
numa contemplação abstrata
contrastando em cada lado...

Severa Cabral (escritora)
Direitos autorais reservados
Lei 9.610 de 19/02/1988