folhas de outono

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

CHAMPANHE ! ! !


Um champagne e um livro, não há companhia melhor. E um livro sobre o champagne, com um champagne, é ainda melhor. Afinal, o que o champagne tem? Como num toque de varinha mágica, as pessoas começam a sorrir, relaxar e até fantasiar. Nenhum outro vinho prestou-se tanto à poesia, à arte e ao exagero,igual um champagne. 

O champagne sempre foi a bebida da hora em qualquer hora.


 Lily Bolinger, dama de uma das grandes famílias da história da Champagne, ia além do contraditório: Bebo champagne quando estou alegre e quando estou triste. Algumas vezes bebo quando estou sozinha. Se estou acompanhada, considero-o obrigatório. Bebo uns golinhos quando estou com fome. Fora isso, não toco nele - a não ser, é claro, que esteja com sede.

Nessa noite que mudamos de calendário
ofereço meu sabor de escritora com mais 
um poema dedicado ao meu amor.
Essa noite serei mais uma em busca de champanhe
para beber nas palavras e deixar aqui mais um poema 
como presente ...

CHAMPANHE !

Sou de um passado  mas infinito
com meus segredos
gosto de ser avaliada
pelo sabor que traz o gosto
do champanhe
degustada aos pouquinhos
desvendada aos cinco sentidos
e no tím - tím da audição
gosto que o universo
todo se ajoelhe aos meus pés
com o paladar 
gosto de uma boca na taça
onde o champanhe
penetra dentro da alma da gente
com o olfato
senti o cheiro da paixão
que desperta o amor
dentro de mim
no tato decifro
todos os gostos e sensações
com a visão sou capaz
de enxergar à alma infinita
cheia de segredos
no champanhe
me sinto enamorada
das palavras e da vida
hoje bebo champanhe
soprando notas e sinfonia
no som do olhar 
do meu doce amor...

By Severa Cabral escritora
Direitos autorais reservados
lei 9610 de 19/02/1998